O que é
A brigada é o grupo de colaboradores treinado para agir no início da emergência: combate a princípio de incêndio, abandono de área, primeiros socorros e acionamento dos serviços externos. Ela vem junto com o plano de emergência, que é o documento que define quem faz o quê, por onde se sai e para onde se vai.
Quem precisa
Praticamente toda edificação enquadrada na exigência do Corpo de Bombeiros, além do que a NR-23 determina. O número de brigadistas não é escolha da empresa: depende da população fixa por pavimento, da divisão de ocupação e do grau de risco da atividade. Brigada subdimensionada reprova na vistoria, e, depois de um acidente, vira prova contra a empresa.
O que a SeFire entrega
- Dimensionamento da brigada conforme a ocupação e a população fixa
- Treinamento de formação e de reciclagem, com parte prática
- Combate a princípio de incêndio com extintor e hidrante
- Exercício simulado de abandono de área, com relatório
- Elaboração e revisão do plano de emergência
- Reuniões mensais de acompanhamento da brigada
- Primeiros socorros e uso de DEA
- Certificados, conteúdo programático, carga horária e lista de presença prontos para auditoria
- Controle da data de reciclagem, com aviso antecipado
Em quanto tempo
A formação é executada em datas combinadas com a sua operação, normalmente em turmas por turno para não parar a produção. O que define o calendário é o número de brigadistas, o número de turnos e a disponibilidade de área para a parte prática. A documentação sai junto com a turma, não depois.
Quem assina tecnicamente
Instrutor habilitado e responsável técnico da SeFire, com registro profissional ativo; empresa registrada no CREA-SP sob a Certidão CI-3861-240/2026.
O que acontece se você não fizer
Sem brigada dimensionada e reciclada, a vistoria reprova e o AVCB não sai. Pior: no dia da emergência, ninguém sabe quem corta a energia, quem chama o Corpo de Bombeiros e quem confere se a área foi esvaziada. Certificado vencido, na auditoria ou na perícia, vale o mesmo que treinamento nenhum.
O que define o preço
| Variável | Por que muda |
|---|---|
| Nº de brigadistas a formar | Base do dimensionamento da turma. |
| Nº de turmas e de turnos | Operação 24h exige três turmas, não uma. |
| Formação ou reciclagem | Reciclagem tem carga horária menor. |
| Nível da brigada | Básico, intermediário ou avançado, conforme a ocupação. |
| Local do treinamento | Na sua planta ou em área externa para a prática com fogo. |
| Inclui simulado de abandono? | O simulado é serviço próprio, com relatório. |
| Nº de unidades | Uma planta ou várias, e a distância entre elas. |
Base normativa
- NR-23 (Proteção contra incêndios)
- ABNT NBR 14276 (Brigada de incêndio)
- ABNT NBR 15219 (Plano de emergência contra incêndio)
- Instrução Técnica de brigada de incêndio do CBPMESP
Dúvidas sobre brigada de incêndio e plano de emergência
Minha empresa é obrigada a ter brigada de incêndio? E quantos brigadistas?
Sim, na esmagadora maioria dos casos. A exigência vem da NR-23 e da Instrução Técnica de brigada do Corpo de Bombeiros. O número de brigadistas não é escolha da empresa: depende da população fixa por pavimento, da divisão de ocupação e do grau de risco da atividade. Brigada subdimensionada reprova em vistoria e deixa a empresa exposta em qualquer discussão após um acidente. A SeFire dimensiona, forma o time e mantém a reciclagem em dia.
De quanto em quanto tempo preciso refazer o treinamento da brigada?
A reciclagem é periódica e, na regra do Corpo de Bombeiros, anual, e precisa incluir a parte prática, não só a teórica. Certificado vencido, na vistoria ou na auditoria, vale o mesmo que treinamento nenhum. Além disso, quem entra na empresa depois da formação precisa ser treinado e quem sai precisa ser substituído no efetivo. A SeFire controla esse calendário, avisa antes de vencer e conduz o simulado de abandono.
Quanto custa?
Duas edificações da mesma metragem podem custar o dobro uma da outra, então preço por telefone seria chute. O que define o valor é sempre a mesma lista: área construída, grupo e divisão de ocupação, número de pavimentos, número de colaboradores, número de brigadistas exigidos e as taxas do Corpo de Bombeiros. Por isso o primeiro passo é concreto e tem escopo: uma visita técnica de diagnóstico, com a lista do que falta para a unidade ficar regular. Depois dela, a proposta sai com escopo, prazo e responsável técnico escritos, sem "a combinar".


